sábado, 21 de abril de 2018

3 Melhores Aplicativos para Desenvolver o Pensamento Geométrico

E aí, galera!

Já estava querendo fazer uma postagem sobre melhores aplicativos para ensino de Geometria (na minha opinião, claro!) há algum tempo. O problema é que o Geogebra sempre foi minha melhor referência, e ele já é muito conhecido e utilizado por colegas professores de Matemática. Ele é, certamente, um dos melhores softwares e apps voltados para o ensino. Eu uso com alguma frequência com alunos de graduação ou do Médio no IFS.

Mas de uns tempos pra cá (aliás, depois que troquei meu smartphone para um com Android) conheci 3 opções que merecem a nossa atenção, por basicamente 3 motivos: 1. Desenvolverem o pensamento geométrico nos diversos níveis; 2. Envolverem dinâmicas de gamificação e 3. Serem gratuitos. E digo uma coisa, eles podem e devem tranquilamente ser indicados para atividades que enfatizem investigação matemática (uma "tendência" metodológica defendida por quem propõe a "modernização" do ensino de Matemática nos ambientes escolares hoje). Aliás, me arrisco a dizer que, com uma boa orientação, eles conseguem desenvolver bem os níveis de compreensão apontados pelo modelo de van Hiele que descrevem as características do processo de raciocínio em Geometria: visualização, análise, dedução informal, dedução formal e rigor.

São eles o Pythagorea, o Pythagorea 60º e o Euclidea, desenvolvidos pela Horis International Limited (clique nas imagens para acessar)

https://play.google.com/store/apps/details?id=com.hil_hk.euclideahttps://play.google.com/store/apps/details?id=com.hil_hk.pythagoreahttps://play.google.com/store/apps/details?id=com.hil_hk.pythagorea60

Bem, não preciso discutir a importância em estimular e desenvolver o pensamento geométrico desde cedo. Mas eu sou de um tempo em que tive aulas de Desenho Geométrico desde o "2º Grau", e fazia tudo com instrumentos geométricos à mão (e gostava muito desse tipo de atividade, além de ter me ajudado muito a desenvolver algumas habilidades que tenho hoje, e que viraram uma das minhas marcas como profissional de Educação).

Então, arranje um espaço na memória do seu dispositivo e baixe esses apps! E curta esses puzzles nas filas de espera...e, de quebra, ainda desenvolva seu pensamento geométrico! ;-)

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Educadores, Aprendizagem criativa e Inovação

2017 está já no finalzinho e tinha que registrar aqui as minhas experiências mais impactantes do ano, no tocante à minha formação profissional. 

A primeira é o ingresso no programa de Innovator do Google for Education, que iniciou online com uma turma de 36 educadores, no Allo e WhatsApp, e culminou na vivência de dois dias na sede da Google, em São Paulo. Foi uma experiência renovadora, com foco na inovação e na criação de vínculos que, certamente, durarão uma eternidade.

Isso, inclusive me inspirou a me tornar líder do Grupo de Educadores Google - GEG Aracaju, no intuito de reproduzir o mesmo ambiente de coletividade que vivenciei e continuo vivendo, mesmo à distância.

A segunda é o curso que ainda estou concluindo (atrasado, devido também às atividades de final de período, mas que faço questão de fazer).  O curso Learning Creative Learning, com a equipe do Media Lab, do MIT, é coordenado pelo Mitchel Resnick, autor do livro Lifelong Kindergarten: cultivating creativity through Projects, Passion, Peers and Play e líder da equipe que desenvolveu o SCRATCH.

Os dois foram marcantes por vários motivos, seja por me apresentar o Design Thinking na prática na Academia de Inovação do Google (algo que eu sempre quis aprender), ou por evidenciar os princípios da aprendizagem criativa adotados pela galera do MIT (os 4 P's). 

Mas o que foi melhor nisso tudo, além de serem experiências ofertadas por organizações mundialmente reconhecidas como Google e MIT, foi perceber que tudo isso, inovação e criatividade, mais que tecnologia, dependem basicamente de...PESSOAS. E as que eu encontrei nessas duas comunidades que foram criadas agora no finalzinho desse ano são muito especiais. Todas apaixonadas, engajadas e com o objetivo de melhorar a Educação no Brasil! E se você já viu o texto do meu perfil, vai entender minha felicidade em fazer parte desses coletivos.  

Ah...e como não poderia deixar de ser, tenho duas dicas de encerramento de ano: uma é a comunidade aberta criada depois de fazer o curso de Aprendizagem Criativa (clique na imagem acima para acessar a página), a outra é um convite para fazer parte da comunidade do GEG Aracaju, um grupo que está iniciando com a liderança compartilhada entre mim e o professor Ozéas Péricles

Então clique na imagem ao lado e comece bem ano que se inicia! 
Em 2018 aprenda, compartilhe, inspire e capacite! ;-)

domingo, 29 de outubro de 2017

Programa Google Innovators e certificações Google for Education

E aí, pessoal

não é de hoje que eu uso as ferramentas Google...e o histórico das postagens desse blog (e o próprio editor de blog que uso) já indicam isso. Então, sim, sou entusiasta e incentivador da maioria das plataformas desenvolvidas pela gigante da tecnologia. Então já me considero, há muito tempo, um "Educador Google", vamos dizer assim. 

Evidentemente faço uso de interfaces de outras organizações, como por exemplo o Kodu Game Lab, da Microsoft (que, na minha opinião, é o melhor editor de games para quem quer trabalhar com projetos educativos de jogos eletrônicos com crianças e jovens). Mas a única que tem me proporcionado um ecossistema integrado, e que me permite desenvolver atividades colaborativas da maneira a atender meus objetivos são as ferramentas Google (desde o SketchUp e Earth até o Google+, o Blogger, o Youtube, o atual Classroom, Blockly, Drive, etc). 

Por isso fiquei muito feliz em encontrar os programas de treinamento e certificação do Google for Education, pois mesmo que eu já conhecesse e utilizasse a maioria dos recursos, aprendi muita coisa legal depois que comecei a fazer alguns no meu tempo livre. Daí para ter minha primeira certificação foi natural. Ela, no meu caso, me dá a certeza que o que tenho feito no tocante ao uso das tecnologias digitais está em sincronia com as últimas tendências. Até porque o programa não foca apenas na proficiência do uso dos recursos, mas nas metodologias adotadas pelo educador.

Acredito que todo professor que atua com tecnologias digitais pode enriquecer muito seu trabalho ao agregar os conhecimentos adquiridos enquanto faz os programas de "treinamento" da plataforma. E eu coloco entre "aspas" mesmo, porque entendo que é muito mais do que isso. Tanto é que usei várias ideias apresentadas no programa pra elaborar meu projeto para a seleção do programa Google Innovator (que encerra as inscrições amanhã, dia 30 de outubro). 

Bem, o resultado é o material abaixo. E mesmo que não faça parte dos projetos selecionados, já valeu pelo que aprendi durante o processo de criação. Aproveita e dá uma olhada, porque pretendo executar de qualquer maneira...e toda colaboração será bem vinda! 😀


E conheça mais programas e projetos do #GoogleEI
P.S.: Não esqueça de acessar os links dessa postagem para conhecer mais sobre cada tópico

sábado, 17 de junho de 2017

Meus "3 Princípios para fazer Adequações de Recursos Educacionais"

E aí, pessoal

na semana passada foi semana de avaliações na escola do meu filho. Claro, mês de junho marca o final do primeiro semestre letivo e é tempo de se preparar para os festejos do São João dando aquele último gás nos estudos para se ver logo livre. 

Em uma das revisões que fazia com o guri, mais especificamente para a avaliação de Geografia, tive a ideia de fazer uma adequação do material utilizado, considerando que somente as anotações poderiam não atender suas demandas. O resultado foi isso que está apresentado na foto: um mapa-mental-mundi...se posso chamar assim :-) 
Mapa-mental-mundi sobre África

Como não poderia deixar de ser,  acabei percebendo alguns aspectos interessantes nessa experiência. E já que sempre estou debatendo com outros colegas educadores acerca da necessidade em apresentar estratégias que ajudem o profissional da Educação a incorporar isso na sua prática, resolvi apresentar aqui os 3 princípios que julgo básicos para quem precisa fazer adequações de recursos educacionais com a finalidade de promover a inclusão de alunos de desenvolvimento cognitivo típico ou atípico na escola (ou fora dela, como nesse caso!).

Vale ressaltar que o que garante a efetiva solução da demanda identificada, é um profissional que sabe se aproveitar de todo o potencial que o recurso apresenta.

Vou aproveitar esse material para exemplificar como cada princípio deve ser compreendido, mas tenha em mente que vou generalizar os espaços formativos nos quais esse tipo de recurso pode ser mais utilizado...afinal isso vai depender mais do profissional que está atuando (seja um professor em uma sala de aula regular, em uma sala de recursos ou em atendimento particular).

Os 3 princípios são:
1. A melhor plataforma é a mais acessível - isso quer dizer que tanto as plataformas digitais quanto as analógicas podem servir bem aos objetivos do profissional e do aprendiz. No exemplo, eu pensei, a priori, em usar um recurso digital com o tablet. Não seria difícil fazer utilizando o aplicativo do Google Earth (clique para conhecer) da maneira como eu queria, mas como eu tenho um mini globo terrestre em casa queria algo mais prático e rápido de produzir. Só precisei usar também bloquinhos de papel adesivado colorido de anotações e caneta hidracor;

2. A melhor base estruturante para formatar o conteúdo é a que atende ao perfil do aprendiz - ou seja, dentre as infinitas formas de estruturar e apresentar um conteúdo qualquer, escolha uma ou uma combinação de duas ou mais a depender do perfil do seu aprendiz (levando em consideração as limitações físicas, ou outros aspectos que influenciarão na percepção dos estímulos). Esclarecendo, quem conhece um mapa mental pode perceber que foi a estrutura que julguei mais interessante para atender às demandas nesse contexto. Nesse caso, como não consegui representar com ilustrações, considerando o tempo disponível, mantive o restante da estrutura. O tema principal (continente africano) ao centro e os ramos referentes a cada aspecto abordado com papel de cor diferente. Há várias outras bases que podem servir de referência: papel com malhas quadriculadas, linhas de tempo, matrizes lógicas (tabelas de dupla entrada), mapas conceituais, maquetes, plantas baixas, canvas, mapas mentais, quadrinhos, inclusive as que se configuram como métodos e abordagens, como o TEACCH, Storytelling, gamification, SCRUM, etc. Sim, estou colocando juntos modelos de outras áreas pois quem trabalha com Educação sabe que nos apropriamos de tudo que pode melhorar processos em outros campos;

3. Todo recurso adaptado pode servir para mais de um perfil de aprendiz - inclusive neurotípicos. Nem preciso detalhar isso, pois é óbvio! E quando os profissionais perceberem isso vão concordar que todos ganham com esse tipo de proposta. :-)

É isso! E o que aprendi nesses anos todos, com as experiências que vivenciei com meus alunos, nas minhas pesquisas, nos eventos de formação continuada, e em casa se resume no seguinte: Um bom repertório e um pouco de criatividade são os ingredientes para produzir recursos adaptados eficientes.

Bons estudos...ou melhor, Bom São João! 💥

quarta-feira, 1 de março de 2017

Design Universal para Aprendizagem e Recursos Acessíveis para Ensino de Matemática

Olá,

quem acompanha o blog deve lembrar que parte das atividades que desenvolvo estão relacionadas às ações do MIDEAM, um projeto que visa capacitar profissionais da educação no uso das tecnologias digitais (vejam que agora não restrinjo apenas às aplicações no ensino de Matemática, embora ainda mantenhamos essa proposta). Desde 2015 passamos por uma renovação e temos iniciativas que vão além das oficinas de uso de interfaces digitais nos contextos educacionais. Agora estamos também produzindo recursos para serem utilizados por professores e alunos.

Em 2015 elaboramos 3 histórias interativas no formato de aplicativo para Android para serem utilizadas por professores que atuam na alfabetização matemática. De lá para cá, no entanto, percebemos que faltava algo...e não foi difícil entender o que seria: tornar o material acessível para os diferentes perfis de alunos que teriam contato com os recursos. Por isso temos incorporado e estamos nos apropriando de uma área que tem contribuído muito para adequarmos nossas produções às demandas de uma Educação mais Inclusiva, o Design Universal para Aprendizagem.

Símbolo de Acessibilidade criado pela ONU
O Design Universal foi concebido no contexto da Arquitetura, e propõe o enfoque da disponibilização de produtos, serviços e ambientes usáveis pelo maior número de pessoas possível. Nesse caso, o Design Universal para Aprendizagem acaba sendo a apropriação (e adequação) dos princípios defendidos pelo DU para o contexto da Educação. Esse blog, por exemplo, tem uma funcionalidade de uso de um plugin do Hand Talk para traduzir o texto para a LIBRAS, com a finalidade de ampliar o acesso do conteúdo aos surdos que não dominam a Língua Portuguesa, mas são fluentes na segunda língua oficial do Brasil.

O que estamos fazendo no MIDEAM agora é implementar os princípios do DUA para produzir material para ensinar Matemática. Um desafio que tem nos mobilizado nos últimos meses. E daqui a um tempo espero já ter algo interessante para postar por aqui, com alguns resultados. Mas até lá fiquem com três referências que tem ajudado muito no nosso projeto...e pode ajudar no seu também, pois se leu esse texto até aqui certamente tem alguma afinidade com o tema ;-)

Um é o Manual de Desenho Universal para Livros Didáticos, o outro é o Caderno de Educação Especial do PNAIC, e o que gosto mais é o Guia de Mediação de Leitura Acessível e Inclusiva um material de ótima qualidade que me mostrou que estamos no caminho certo (pois antes de conhecê-lo já implementava a mesma proposta apresentada no nosso material).

Então acesse o material pelos links, boa leitura e ótimas produções...pois agora 2017 começou...:-)
Abaixo um esquema ilustrativo dos princípios do DUA...

Fonte: CAST - What is UDL? (acessível em http:\\www.cast.org)



domingo, 18 de dezembro de 2016

Como escolher a melhor escola para seu(sua) filho(a)?

Oi, pessoal

nessa última postagem do ano (provavelmente) vou aproveitar um tema que é recorrente nesse período de final de ano letivo e que preocupa alguns pais: a busca por uma escola que melhor atenda às necessidades de seu(sua) filho(a) (e às suas próprias, lógico!). Acabei resolvendo postar aqui por dois motivos: o primeiro é que tenho visto em algumas redes sociais alguns pais solicitando a opinião de outros pais para terem um norte, e esse meu lado sempre é levado a ajudar meus pares...o segundo é que o meu lado de educador me reveste de alguma autoridade e um olhar mais especializado sobre o tema (assim como só um profissional da Saúde poderia indicar algum medicamento para curar uma enfermidade de alguém doente).

Bem, então resolvi apresentar no formato de 5 dicas imprescindíveis que todo pai deveria seguir ao pesquisar um local que vai ajudar a moldar o profissional e a pessoa que seu(sua) filho(a) será (sem esquecer que essa função é, também, da família...só pra lembrar). Claro, vocês vão perceber que o foco são as escolas privadas, mas algumas vão servir bem para orientar pais que matriculam seus(suas) filhos(as) na rede pública. Então aí estão elas:

Dica 1. Reflita sobre a real necessidade de priorizar escolas mais caras e "maiores", imaginando que elas serão as melhores para seu(sua) filho(a). Pense bem...se nessa escola você (ou qualquer outro pai) precisou colocar seu filho em um reforço escolar isso quer dizer que há falhas na formação. Na verdade, no sistema atual, é impossível pensar que as turmas são homogêneas...e sendo assim, numa turma de 30 a 40 alunos nenhum professor atinge 100% desses estudantes.

Dica 2. Seguindo a ideia da dica anterior, pode ser interessante optar por uma escola de bairro, menor em tamanho, de maneira que se consegue priorizar uma relação mais pessoal entre a equipe pedagógica e os alunos, e entre os próprios alunos, que mais possivelmente terão um contato mais próximo entre eles dada a chance de morarem nas mesma vizinhança. Além do fato de se poder economizar com transporte ou outros gastos e problemas que as grandes distâncias imprimem.

Dica 3. Como você vai considerar as dicas anteriores vai sobrar um dinheiro no bolso, que será economizado com uma mensalidade mais barata e redução de custos com alimentação e transporte (fora a diminuição do estresse por não precisar enfrentar aquele trânsito todos os dias). Sendo assim, analise que outras atividades complementares a escola já proporciona e pense em enriquecer a formação de seu(sua) filho(a) com atividades esportivas (natação, lutas marciais, etc) ou pedagógicas (cursos rápidos de línguas estrangeiras, computação ou artes, visitas a museus, espetáculos de teatro, viagens etc) dentro ou fora do ambiente escolar. Ah...e você ainda pode comprar os livros que ele gosta de ler, assinar uma internet de melhor velocidade e provedores de conteúdo de melhor qualidade (TV por assinatura ou serviços de streaming). Tudo isso enriquece o repertório e pode ajudar a torna-lo mais versátil pessoal e profissionalmente.

Dica 4. Questione pela linha pedagógica adotada na escola, quais são os objetivos, em que acreditam e como poderão contribuir para que a formação vá além do "prepraratório para concursos" (como o ENEM, ou os vestibulares da vida). Sim, porque uma boa formação, hoje, deve preparar para os vários cenários que podem se apresentar no futuro do seu(sua) filho(a) pois carreiras novas surgirão e outras desaparecerão muito em breve e há incontáveis casos de sucesso/satisfação em profissionais/empreendedores que não cursaram ou concluíram cursos superiores. No entanto todos esses geralmente são pessoas inteligentes e versáteis...atributos que ainda são estimulados ao seguirem essas dicas...

Dica 5. Ao questionar sobre a linha pedagógica seguida pela instituição, procure saber como a escola atende alunos com necessidades especiais...MESMO QUE SEU(SUA) FILHO(A) NÃO SE ENQUADRE NO PERFIL. A inclusão social é responsabilidade de todos, e a escola não tem abraçado essa responsabilidade porque esse grupo é uma minoria. Mas se você está ciente de que uma sociedade justa para você e os seus requer o bem estar de todos ao seu redor (sua comunidade, sua cidade, seu país...) vai entender que a simples ideia de que as pessoas estão cobrando isso (assim como optam por comprar um produto ecologicamente correto em prol da sustentabilidade) pode surtir algum efeito positivo para todos. Além disso, seu(sua) filho(a) só tem a ganhar convivendo com as diferenças! ;-)

Acreditem, o que garante o sucesso do aluno é o seu empenho, engajamento e um bom suporte familiar! Não foram poucas as vezes que conheci alunos com tais características e que se deram bem mesmo em escolas ditas "medíocres" (no sentido de não serem as TOP). E o contrário também...

Bem...é isso! Se você tem alguém na família que já quis uma opinião sobre que escola escolher para o filho, aqui foram algumas dicas de quem atua na área e tem alguma experiência nos diversos níveis de ensino...além de ser um pai que já passou, e passa, pelos mesmos problemas...e tem conseguido resolver alguns deles com alguma satisfação.

domingo, 11 de setembro de 2016

Matemática em Podcast? Sim...e muita ciência!

Podcasts! Já abordei o tema em outro post aqui.

Mas recentemente descobri um especializado em assuntos relacionados à ciência muito bom que não está na lista que eu indiquei, mas que merece um destaque especial. Sim, porque falar de temas que geralmente são revestidos por uma aura de seriedade ou que exigem alguma maturidade acadêmica certamente não caem nas graças do público em geral.

O Scicast é um podcast que me surpreende por conseguir equilibrar muito bem a seriedade e profundidade no tratamento do saber científico com uma linguagem acessível e divertida entoada pelos seus podcasters. O primeiro que ouvi foi sobre Biomatemática, e já reservei como fonte de referência para quando for discutir modelagem matemática em minhas aulas com alunos da licenciatura.

O que discute Probabilidade e Estatística também é perfeito, e ambos já me fizeram inserir o canal na minha playlist no smartphone...além de me deixarem ansioso por ouvir os outros sobre Matemática ou qualquer assunto que eles se propõem a discutir.

Bem, melhor ouvir e conferir! Clique na imagem abaixo e acesse o episódio que citei...ou escolha outro tema de sua preferência. Vai lá e pega logo o fone de ouvido... ;-)